Depois de estrear vencendo em 1.ooom a craque Virginie foi levada direto aos 1.500mg vencendo o GP Francisco Vilella de Paula Machado. Assista a reta final:
Como neste final de semana teremos a Prova Especial Virginie vamos fazer uma homenagem a esta craque e exibir a sua vitória no GP Diana de 98. Assista o páreo:
Estou repetindo a postagem do GP Brasil de 1987 pois finalmente apareceu o filme no Youtube:
Em 1986 vi a vitória de Grimaldi para cima do Bowling no GP Brasil em casa, pois meu pai não me levou alegando que o Hipódromo da Gávea estaria muito cheio. O Grande Prêmio Brasil de 1987 foi o meu primeiro. Eu estava com 10 anos. E com certeza vai ficar marcado em minha memória o resto da vida. E aí vai uma pequena reconstituição da grande carreira!
Campo da prova (programa oficial do jockey):
Não correram: Monroe (8), Festival (8'), Curriculun Vitae (11') e Carrara Marble (12).
Assista o páreo:
Boa partida, dada com atraso de 32 minutos. Breitner, do segundo boxe, sai na frente. Junto à cerca interna, o ligeiro Tiago, montaria de Albênzio Barroso, é exigido para pouco depois tomar a ponta. Jive, que largara praticamente no meio da pista, avança e se aproxima do ponteiro. A égua Classista é a quarta, enquanto Bat Masterson, quase por fora de todos avança para correr entre os ponteiros. O tordilho Bowling, terceiro a partir da direita, fica logo no grupo dos últimos, juntamente com o argentino Larabee, com o Goncinha, que logo depois tratou de levar seu conduzido para as balizas de dentro.
Os competidores vistos de trás, ao passarem a primeira vez pelo disco. Bowling aparece por dentro entre os últimos. Na frente, encobertos, Tiago, já liderando, assediado por Jive, Breitner e Explorador. Brown Tiger, com Gabriel Menezes, também se junta na briga pela ponta. Bat Masterson, com Ricardinho "up", faz a curva um pouco aberto tentando se aproximar dos ponteiros.
Na entrada da reta oposta, Albênzio Barroso, por dentro, levanta Tiago e mas por fora, com a farda verde, Brown Tiger vai para a ponta. O train de carreira torna-se mais vivo. Jive aparece em terceiro com Bat Masterson já aparecendo em quarto. Em quinto, colado a cerca interna, vem Breitner com Reizinho. E logo atrás também junto a cerca interna nota-se o avanço de Corto Maltese. Nessa altura o tordilho Bowling já havia sobrado para a última posição, e o Juvenal mantinha-o sempre por dentro, o caminho mais curto.
No final da grande curva Brown Tiger por dentro briga com Jive. Em terceiro já aparece Bat Masterson superando Tiago, que já abandona a luta pelas principais posições. Larabee, blusa laranja e boné preto, começa a avançar. Bowling, de cara torta, havia superado apenas a tordilha peruana Cabinas, o nacional Anseio e o uruguaio Brullemail. E Juvenal procura uma brecha para a arrancada fulminante do tordilho. A sua frente, seis animais formavam uma barreira. Foi obrigado a trazer o cavalo ligeiramente para dentro. Só achou passagem nos 300 metros finais.
Na metade da reta o Grande Prêmio Brasil de 1987 começa a se definir. Brown Tiger começa a esmorecer. Breitner vai para a ponta, livrando vantagem sobre Jive, que começa a pular no mesmo lugar dando por encerrada sua missão na grande carreira. Mais por fora Classista progride. A outra égua, Radnage, tenta atropelar por dentro. E Bowling começa sua atropelada, passando por dentro de Grimaldi, que ia de Ivan Quintana, e que o havia derrotado no ano anterior, mas que já ía apanhando sem render muito e mostrando que não tinha fôlego para tentar o bicampeonato. Bat Masterson está logo atrás de Breitner, apresentando sinais de que não seria com ele a primeira vitória de Jorge Ricardo no Grande Prêmio Brasil.
Breitner livra 1 corpo de vantagem e dá ao Reizinho a sensação de que poderia vencer a prova mesmo sem contar com o craque Itajara. Bowling inicia a arrancada final, atropelando junto com o argentino Larabee, com Goncinha. Os dois dominam Breitner, mas no rigor do Juvenal, o tordilho traz mais ação e mostra que ninguém tiraria o tetra do alagoano.
Nos 50 metros finais, Goncinha sentiu que a resistência de seu Larabee tinha acabado. E o Juvenal, que havia mostrado uma energia incomum a partir dos últimos 300 metros, só parou de tocar Bowling nos últimos 20 metros. Aí foi a explosão de alegria: levantou o chicote com o braço direito, ficou de pé nos estribos e fez o sinal da cruz. Estava ali o primeiro tetracampeão do Grande Prêmio Brasil, que mais tarde com o "lourinho" Flying Finn seria penta. Breitner apanhou até o fim para resistir à Corto Maltese e à atropelada da égua Classista.
ERNANI PIRES FERREIRA: O MELHOR NARRADOR DE TODOS OS TEMPOS!
.
J.RICARDO É O JÓQUEI QUE MAIS VEZES FOI SEGUNDO COLOCADO NO GP BRASIL. FORAM 6 VEZES: BOWLING (86), FALCON JET (90), MUCH BETTER (93), ISTBESTAND (03), EVIL KNIEVEL (04) E ARROCHA (18).
JUVENAL MACHADO DA SILVA É O MAIOR VENCEDOR DO GP BRASIL COM 5 VITÓRIAS: APORÉ (79), GOURMET (82), GRIMALDI(86), BOWLING(87) E FLYING FINN (90).
O CAVALO FLYING FINN DETÊM A MELHOR MARCA DE UM ANIMAL BRASILEIRO NOS 2.400M NA GRAMA. ELE MARCOU 143S E 1/5 NO GP CARLOS PELLEGRINI NA ARGENTINA EM 1990.
Este blog tem:
postagens e
comentários
2 TREINADORES VENCERAM 3 GPS BRASIL CONSECUTIVOS: SABBATINO D'AMORE - LEIGO - 1964 E ZENABRE - 1965 E 1966, E DULCINO GUIGNONI (FOTO) - STRAIGHT FLUSH - 2000, QUEEN DESEJADA - 2001 E POTRI ROAD - 2002.
A PRIMEIRA VITÓRIA DE JOSIANE GULART NA GÁVEA FOI MONTANDO GEORGIA'S DAY, EM 25/05/01 (FOTO).
A ÚNICA PROVA IMPORTANTE DO CALENDÁRIO CLÁSSICO RJ/SP QUE O CRAQUE MUCH BETTER NÃO VENCEU FOI A COPA ANPC. FOI SEGUNDO EM SP PARA MR.FRITZ E SEGUNDO NA GÁVEA PARA FANTASTIC DANCER.
O ÚNICO PROFISSIONAL QUE CONSEGUIU VENCER O GP BRASIL COMO JÓQUEI E TREINADOR FOI JUAN ZÚNIGA, QUE MONTOU SIX AVRIL, EM 1939, E ALBATROZ, EM 1943, E APRESENTOU TIROLESA (FOTO), EM 1950.
O CAVALO QUE MAIS ATUOU EM GPS BRASIL FOI OMNIUM LEADER: 1998(5º), 1999(18º), 2000(13º), 2001(9º) E 2002(20º).