segunda-feira, 4 de outubro de 2010
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
GP PRESIDENTE ANTONIO CORREA BARBOSA 1994 - SIPHON

segunda-feira, 11 de maio de 2009
ITAJARA - O GALOPE DE DESPEDIDA - 02/08/1987

quarta-feira, 6 de maio de 2009
ÚLTIMA CORRIDA DO ITAJARA - GP JOCKEY CLUB BRASILEIRO - 28/06/1987

FOTOS TIRADAS PELO MEU PAI NO PADOQUE
Assista o páreo:
E NA RETA DE CHEGADA O QUE SE VIU FOI UM MASSACRE. MUITOS DIZEM QUE ELE JÁ CORREU MANCO.




segunda-feira, 6 de abril de 2009
SEU NICÃO X ITAJARA : JÁ SERIA POSSÍVEL ESTA COMPARAÇÃO?
1º CORRIDA
ITAJARA - 1.100ma - PÁREO COMUM - Não tenho o tempo. Diferença: Vários
SEU NICÃO - 1.100ma - PE ODYR DO COUTO - 66s21 - Diferença: 15 corpos e meio
2ºCORRIDA
ITAJARA - 1.300ma - PÁREO COMUM - 79s4/5 - Diferença: 6 corpos
SEU NICÃO - 1.200ma - CLÁSSICO HERNANI AZEVEDO SILVA - 73s41 - Diferença: 20 corpos e meio
3ºCORRIDA
ITAJARA - 1.600ma - PRÊMIO 80 ANOS DO HARAS SÃO JOSÉ E EXPEDICTUS - 97s2 - Diferença: 4 corpos e 3/4
SEU NICÃO - 1.300ma - CLÁSSICO JOSÉ CALMON - 79s66 - Diferença: 7 corpos e meio
Agora tirem suas conclusões. Eu seria até ousado em dizer que as 3 primeiras do Seu Nicão impressionaram mais do que as 3 primeiras do Itajara. Isto por se tratarem de 2 clássicos e uma prova especial, enquanto o Itajara venceu 2 páreos comuns e um Handicap. As diferenças das vitórias do Seu Nicão também foram maiores.
quinta-feira, 2 de abril de 2009
FILME SOBRE O HARAS SÃO JOSÉ E EXPEDICTUS
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
ENQUETE ENCERRADA!
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
OS PAIS DE ITAJARA : FELICIO E APPLE HONEY

1979 - 1°, Gr1, GRANDE PRÊMIO DIANA - BRASIL
1979 - 3°, Gr1, GRANDE PRÊMIO HENRIQUE POSSOLO - BRASIL
1979 - 3°, Gr2, GRANDE PRÊMIO MARCIANO DE AGUIAR MOREIRA - BRASIL
1978 - 2°, Gr2, GRANDE PRÊMIO FRANCISCO VILELLA DE PAULA MACHADO - BRASIL
1978 - 2°, Lr, GRANDE PRÊMIO MANOEL MENDES CAMPOS - BRASIL
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
ITAJARA - A MORTE DO CRAQUE
FOTO DE FRANCISCO SARAIVA, O TREINADOR DO CRAQUE
terça-feira, 1 de julho de 2008
CAMPANHA DE JOLITAJARA

Depois foi inscrito no Clássico Breno Caldas, em 30/07/1993, na época disputado na sexta-feira do GP Brasil, onde foi ótimo segundo para Sundown Park:
1º PRÊMIO SELMAR LOBO MELHOR TREINADOR - 92/93, Gávea, 20/08/1993, 1600, AM
1º PRÊMIO DURALE 1990, Gávea, 13/11/1993, 1600, AL
1º PRÊMIO BRETAGNE - 1984, Gávea, 20/02/1994, 1600, AL
4º GRANDE PRÊMIO GERVÁSIO SEABRA, G2, Gávea, 09/04/1994, 1600, GL
4º CLÁSSICO PRESIDENTE TANCREDO NEVES, L, Gávea, 21/05/1994, 1600, GM
E depois ainda voltou ao Cristal onde foi quinto no GP Independência do Brasil.
1ºGP Antônio Joaquim Peixoto de Castro Júnior, G3
2ºGP Joaquim Marques Lisboa - Alm Tamandaré, G2
2ºGP OSAF, G1
3ºGP Salgado Filho, G2.
segunda-feira, 30 de junho de 2008
JOLITAJARA - O PRIMEIRO FILHO DE ITAJARA

JOLITAJARA AO LADO DA MÃE BELLA SOLA
- Sem expressividade, não adianta o potro o potro ter saúde e ser perfeito. Ele não se localiza apenas na qualidade de expressivo. É algo muito mais importante. É a energia da expressão da raça, é a manifestação fenótipa, que diz respeito à reação do indivíduo ao meio ambiente e denota o grau de inteligência, força e vivacidade. Geneticamente, é o grau da manifestação de caráter controlado por um gene. A esse conjunto chamamos expressividade. O cavalo sem expressividade pode gozar de boa saúde e não sair da cocheira, pode ser um padrão zootécnico de perfeição e até ganhar concursos de beleza, mas não conseguirá vencer uma corrida.

O POTRINHO GALOPA NO PIQUETE COM DESENVOLTURA
Na opinião de Léo Pinto, a primeira demonstração de força está no nascimento. Quando sai da placenta e depois de cortado o cordão umbilical que o prende a mãe, o mundo é todo do potrinho.
- Vencem os que procuram a vida com mais rapidez. Nesse momento, é que se mede o grau de expressividade. O recém-nascido dolente, que permanece prostrado, sem ânsia de vida, que necessita de ajuda para pôr-se de pé, sem ação coordenadora para achar o peito da mãe, dificilmente será um bom atleta. Aquele que, ao contrário, fica logo de pé e procura o peito da mãe, com o olhar brilhante, cabeça ereta e espevitado, esse sim ganhou o primeiro páreo de sua vida, o mais importante de sua carreira. É o caso típico do primeiro filho de Itajara: expressivo, com aprumos perfeitos e boa saúde.
Léo Pires Pinto adianta ainda que a irlandesa Bella Sola foi escolhida a dedo para ser coberta pelo fenômeno Itajara, cula cobertura foi cedida pelo Haras São José e Expedictus, criador e proprietário do craque:
- Os estudos foram feitos visando a que o potro venha a ser um excelente corredor em qualquer distância, tanto possível próximo ao pai, que venceu dos 1.100m aos 3.000m. Bella Sola foi ganhadora clássica e correu dos 1.500m aos 2000m.

Agora chegou a vez de Botucatu, em São Paulo. Após o nascimento do primeiro filho de Itajara – a mãe é Bella Sola, de Faenda Mondesir – em Bagé, RS, é grande a expectativa em torno do nascimento do primeiro produto do craque no Haras São José e Expedictus – da família Paula Machado - , criador e proprietário do cavalo. A reprodutora Reselá, por Svengali e Eridan, uma das quatro primeiras éguas cobertas pelo campeão deve dar cria ainda esta semana. José Mauro Spatti, assistente do veterinário Glenn Collard, disse ontem que Reselá está há 14 dias na maternidade.
Fortina, a primeira a ser coberta, abortou. A segunda foi Bella Sola, que deu cria a um potro. Depois, no mesmo dia, foram cobertas Reselá e Always Gay. Lineu de Paula Machado, um dos dono do Haras São José e Expedictus, está entusiamado:
- Estou torcendo para que nasça uma potranca, para depois aproveitá-la na reprodução.
Itajara, que leva vida de rei, está pesando mais de 600 kilos. Na primeira temporada de monta cobriu 23 éguas: Bella Sola, Reselá, Always Gay, Mendoza, Djaina, Tulip, Gold Stern, Redondilha, Eartha, Atlânia, Benedetta, Ebrea, Gardinella, Reginetta, Limoges, Marseillaise, Ruban Bleu, Hello Miss, Liberte, Pale Hands, Extra Nice – as duas últimas morreram de cólicas - , Fortina e Etoile Royale, que abortaram. Das 23, 2 coberturas foram doadas: Bella Sola, do Mondesir, e Benedetta, do Santa Ana do Rio Grande. Seus produtos,mesmo antes do nascimento, já estão valorizados: em torno de 10 milhões de cruzados, cada; e recentemente, uma simples cobertura foi vendida por 1,8 milhão de cruzados. Na segunda temporada de monta, os criadores e proprietários de Itajara não pretendem vender coberturas do craque, que deverá cobrir cerca de 50 éguas do São José e Expedictus. A única égua de fora a ser coberta é Perlussa, do Haras Santa Maria de Araras.

ITAJARA, VISTOSO COMO SEMPRE, PASSEIA NO HARAS
O filho de Itajara E da irlandesa Bella Sola , que nasceu na Fazenda Mondesir em Bagé, poderá ser o caminho para novas e emocionantes vitórias do turfe nacional. É o que esperam os turfistas, principalmente os admiradores do quádruplo coroado Itajara. O potrinho, que nasceu bonito e forte, com 1,05m e 62 kilos, já galopa com a disposição dos campeões. A cabeça é parecida com a do pai; e o sinal, branco, quaes idêntico ao da mãe.
Cercados dos cuidados do Dr.Paulo Bérgamo e equipe, numa matrenidade que os protege do frio, Bella Sola e o filho – cujo nome será conhecido nos próximos dias – são tratados com todo o carinho pelo pessoal do Mondesir. À noite, mãe e filho dormem numa cama de palha, trocada diariamente. De dia, o potrinho vai para o piquete, onde já deu os primeiros galopes. E as pastagens, da melhor qualidade, certamente lhe garantirão a força e saúde necessárias para as futuras competições.
Os responsáveis pelo primeiro filho do craque Itajara, já escolheram o nome do potrinho, restando apenas a aprovação do Stud Book Brasileiro. Antônio Joaquim Peixoto de Castro Palhares, titular de Fazenda Mondesir, dono do potro e da mãe, Bella Sola, informou que dos nomes selecionados, o escolhido foi Jolitajara, uma das sugestões do hipólogo e jornalista Léo Pires Pinto.
A TRANQUILIDADE DO POTRINHO
Diretor-Técnico de Fazenda Mondesir, Léo Pires Pinto lembrava ontem que os nomes de Bella Sola e Douce Chris, craques do Mondesir, também foram sugestões suas:
- Pensei muito e resolvi homenagear a Solange e a Christiana, esposas respectivamente dos meus amigos Antônio Joaquim e Paulo César Peixoto de Castro Palhares. E dei sorte. Bella Sola e Douce Chris foram excelentes corredoras e hoje estão na reprodução. Por falar em Bella Sola, a mãe de Jolitajara será coberta agora pelo campeão Apollon. Confio muito no potrinho recém-nascido, cujo nome também submeti à Solange.
Itajara está em Botucatu, São Paulo. Lá mesmo é esperado o nascimento, ainda nesta semana, o nascimento de seu segundo filho que poderá ser de Reselá ou Always Gay, cobertas no mesmo dia pelo extraordinário corredor. Reselá é filha de Svengali e Eridan; Always Gay é filha de Luccarno e Pale Hands.

RESELÁ, PRENHA DE ITAJARA, DARIA CRIA NAQUELA MESMA SEMANA
terça-feira, 24 de junho de 2008
ITAJARA - DE CAMPEÃO A GARANHÃO



No dia seguinte bem cedo, Itajara mostrou que talvez Luís Carlos tivesse razão. Quem sabe, com saudades da Gávea, deu vários galopes, com desenvoltura. “O negócio dele é correr, correr. Sede de vitória”, lamentou Luís.


Atualmente, há 173 éguas reprodutoras no Haras São José e Expedictus. Só foram escolhidas 22 para Itajara porque mais de 40% delas são irmãs dele. O acasalamento entre cavalos de raça irmãos é proibido por um código de honra dos criadores, pois pode degenerar a raça. Um cavalo reprodutor costuma acasalar até os 26 anos, mas houve um fenômeno como Fort Napoleon, que acasalou até os 32, quando morreu. Cada ano do cavalo corresponde a 3 anos de um homem. É só fazer as contas.

ÉGUAS NO PASTO DO HARAS SÃO JOSÉ E EXPEDICTUS
A rotina de Itajara em Botucatu não é muito diferente da que vivia na Gávea. Só que, no Rio, ele acordava às 5 da madrugada e ia para o treino pesado, em Botucatu fica no bem-bom até seis, seis e meia, e depois vai para o pasto. Fica solto até 11 horas, quando toma a primeira das 3 rações diárias, que totalizam 12 litros de aveia, alfafa, milho, e , de quebra, uma maçã cortada, por causa dos dentes (ele é tão menino que ainda está perdendo os dentes). À tarde, outro passeio pelo pasto e, às seis, cama. A diferença principal em relação ao Rio será o encontro diário com uma das caríssimas metades ou aventureiras forâneas. Não tão metades mas igualmente apreciadas. “Com Itajara, todo cuidado é pouco”, repete Ângelo. “Todos os dias receberá massagens com essência de morangos.” Essas coisas de reis.
Até a cama de Itajara em seu novo palácio recebe cuidados especiais, como dedetização dia sim, dia não, para arrebentar com as pulgas e outros bichos que se dão ao ultraje de chupar sangue real. As ligas nas mãos (que reis não têm patas) são indispensáveis. Apesar de não sentir mais dores, após cada galope a mão direita incha um pouco. Se no Se no Rio Itajara tinha um cavalariço, Luís Carlos, em Botucatu tem dois, Joaquim Rodrigues de José Aparecido, revezando-se as 24 horas do dia em permanente vigília, observando até seu sono. Qualquer coisinha anormal – insônia, falta de apetite por exemplo – tem de ser imediatamente comunicada a uma equipe de veterinários sempre de prontidão.
Ninguém melhor que Ângelo Spatti para saber dos cuidados de que Itajara precisa. Afinal, noite de 31 de outubro de 1983, foi ele que acompanhou o parto da brasileira Apple Honey, na época esposa do francês Felício, de saudosa memória, que bem esteja. “ Com poucas horas de vida, percebi que Itajara seria um craque”, conta Ângelo. “Cavalo campeão a gente conhece pelo olhar. Quase sempre o cavalo de olhos vivos, que presta atenção em tudo, acaba campeão.” Ângelo já fez mais de 2 mil partos no Haras São José e Expedictus, entre eles os de Orfeus (vencedor de GP Brasil), Obethon, Tibetano, African Boy (tríplice coroado como Itajara), Aporé (GP Brasil), Baronius e Derek (vencedor do Latino-Americano).

Nos 5 primeiros dias de estada do rei-garanhão em Botucatu, Lineu de Paula machado, um dos proprietários, telefonava 3 vezes por dia para Ângelo. Queria saber como ia sua jóia. Os mínimos detalhes do dia-a-dia de Itajara em seus novos domínios. Porque, além do interesse dos criadores americanos e europeus em enviar suas éguas para acasalar com Itajara, a família Paula Machado pensa oferece-lo em casamento também a éguas de alta linhagem pertencentes a outros haras, como o Santa Maria de Araras, Mondesir, todos do Rio Grande do Sul, tudo para valorizar a criação nacional. Afinal, um filho de Itajara é um senhor filho de Itajara. E tome nota: a irmã dele, Love Lorn, 2 anos, vem para o Rio no fim do ano e entra na raia. E todo mundo já diz: é fera também.
APPLE HONEY, MÃE DE ITAJARA, JUNTO A LOVE LORN, IRMÃ DO CRAQUE
LOVE LORN NA PISCINA